quinta-feira, 28 de junho de 2012

Grupo islâmico proíbe consumo de tomate afirmando se tratar de fruto cristão

Grupo islâmico proíbe consumo de tomate afirmando se tratar de fruto cristão
A possível forma de cruz que pode surgir ao se cortar um tomate fez com que a AssociaçãoIslâmica Popular Egípcia emitisse um comunicado afirmando que o consumo do fruto é proibido. A associação islâmica afirmou que tal forma e cortar o fruto “exalta a cruz, e não Alá, e diz que Deus é três”
A associação divulgou, através do Facebook, um comunicado alertando: “Eu te imploro para que espalhe esta foto porque há um imã da Palestina que viu o profeta de Alá [Maomé], em uma visão, e Ele estava chorando, alertando sua nação para não comê-los [tomates]. Se você não espalhar esta [mensagem], é porque foi o diabo que o impediu”, segundo informou o The Chiristian Post.
é formada por salafistas, que são muçulmanos empenhados em resgatar as tradições do islamismo. Estima-se que existem no Egito cerca de 6 milhões deles
De acordo com o jornalista Paulo Lopes o site The Blaze comentou que muitas das notícias que saem do mundo islâmico são “intrigantes, estranhas e preocupantes” e que algumas delas são cômicas, como a do tomate cristão.
Após várias mensagens ironizando o a associação por causa do comunicado, foi publicada uma nova mensagem na qual afirmaram: “O que nós dissemos foi para não cortá-los de modo que faça surgir a cruz”.
Fonte: Gospel+

sábado, 9 de junho de 2012

Judeus estão cada vez mais próximos de Jesus, afirma evangelista

Judeus estão cada vez mais próximos de Jesus, afirma evangelista

Percepção atual é diferente da tendência histórica de ignorar quem Jesus foi
por Jarbas Aragão

Judeus estão cada vez mais próximos de Jesus, afirma evangelista
O colunista do site da rede CNN relatou que um número crescente de judeus estão reivindicando Jesus como um personagem importante da história de seu país.
O jornalista Richard Allen Greene escreveu em seu blog na CNN.com : “No ano passado, uma série de autores judeus, incluindo populares, acadêmico e rabínicos, enfatizaram que os judeus deveriam pensar mais sobre em Jesus. Surpreendentemente, apresentaram opiniões positivas, incentivando seus compatriotas judeus a aprenderem sobre Jesus, entendê-lo e proclamá-lo como um igual”.
O evangelista Sid Roth, que apresenta o programa de TV com visão messiânica “É Sobrenatural!”, é um judeu messiânico. Ou seja, que acredita em Jesus como o Messias. Ele diz que o diálogo com os demais judeus sobre o assunto já mudou muito e estão longe os dias em que a comunidade não queria nem falar sobre Jesus.
A conclusão é que “eles o veem, na melhor das hipóteses, como um grande profeta ou um grande rabino”, diz Roth. “Eles negam sua divindade. Negam que ele é o Messias. Negam que ele morreu e ressuscitou dos mortos. Eles ainda não entendem as coisas direito. Entretanto, com certeza está muito melhor do que costumava ser”.
O evangelista afirma que, ao longo da história, “os judeus que não aceitaram Jesus como Messias encontraram-se na posição desconfortável e muitas vezes perigosa, de serem responsabilizados por sua morte. Em parte, a culpa é da teologia cristã padrão, a qual defende que o judaísmo foi substituído pelo cristianismo e, por isso, a aliança judaica com o divino não é mais válida desde a encarnação de Deus como Jesus e seu posterior sacrifício na cruz. Os judeus, por sua vez, sempre tentaram ignorar Jesus. Mas isso está mudando agora”.
Em seu livro “They Thought For Themselves” [Eles pensaram por si mesmos], Roth diz que Jesus é o Messias judeu e a única maneira como um judeu pode estar correto diante de Deus. Ele também recorda aos cristãos que existe um mandato para que todos compartilhem essa mensagem.
Ele lamenta “o cristão que abraça um amigo judeu, porque eles têm um laço comum de amor à nação de Israel, mas não ama esse pessoa o suficiente para arriscar falar-lhe sobre Jesus e possibilite que esse judeu possa ir para o mesmo céu que o cristão está indo”.
“Quando o templo judeu foi destruído, no ano 70, nós, os judeus, só tínhamos duas possibilidades para sermos justos diante de Deus: Ou acreditamos que Jesus é o nosso Messias, ou inventamos uma nova religião”, conclui Roth.
Roth iniciou seu programa de televisão em 1996, mostrando pessoas que experimentaram curas e milagres extraordinários, e tiveram um encontro pessoal com Deus. No final de cada programa, ele diz aos telespectadores como podem ter de fato um relacionamento íntimo com o Deus vivo, pela fé em Jesus.
Traduzido e adaptado de One New Snow

sábado, 2 de junho de 2012

Para refletir: O canibal convertido.


Olá meus amigos, hoje eu vou postar aqui para vocês mais uma ilustração da série "Para refletir", que são ilustrações que nos fazem refletir sobre diversos temas nas diversas áreas das nossas vidas, espero que gostem. Um abraço a todos!

"Eu ouvi contar a respeito de um canibal convertido nas ilhas dos Mares do Sul que estava assentado perto de um grande caldeirão lendo sua Bíblia quando um antropólogo com um capacete se aproximou dele e perguntou: "O que você está fazendo?" O nativo respondeu: "Estou lendo a Bíblia." O antropólogo zombou e disse: "Você não sabia que os homens modernos e civilizados rejeitaram esse livro? Não passa de um amontoado de mentiras. Você não deveria desperdiçar o seu tempo". O canibal olhou-o de alto a baixo e lentamente respondeu: "Senhor, se não fosse por este livro, o senhor estaria neste caldeirão!" A Palavra de Deus modificou a vida dele, e também o seu apetite." 

(Rick Warren, em "Poder Para Ser Vitorioso", pg 26 - Ed Vida).




Fonte: www.sfnet.com.br




quinta-feira, 17 de maio de 2012

Aranhas machos permitem canibalismo das fêmeas em favor de seus filhotes

Todos já ouviram falar do canibalismo (e feminismo) das aranhas, que matam e comem os machos após o ato sexual.
Agora, segundo uma nova pesquisa, esse costume pode ser saudável para os “bebês”. Pesquisadores descobriram que a aranha-vespa macho faz um sacrifício evolutivo: dá sua vida pela saúde de sua prole.

O canibalismo sexual é o ato de comer o parceiro depois do sexo. Na espécie Argiope bruennichi, a fêmea tenta agarrar o macho no início do acasalamento para que ela possa comê-lo durante o sexo.

Em laboratório, apenas cerca de 30% dos machos sobreviveram a seu primeiro acasalamento. Quando eles deixam as fêmeas “roê-los”, os machos prolongam o ato sexual, aumentando a probabilidade de inseminar suas parceiras.

Dos sobreviventes, metade procura uma segunda parceira, enquanto os outros tentam novamente com a mesma fêmea. Devido à anatomia do macho, duas cópulas é seu limite.

“Duas hipóteses principais explicam a evolução do canibalismo sexual”, disse o pesquisador Klaas Welke. “Os machos podem se oferecer para ter acesso a oportunidades de acasalamento e para prolongar a sua duração de acasalamento, ou poderia ser um investimento paterno em seus próprios filhos, fornecendo nutrientes as fêmeas”.

No caso da aranha-vespa, os machos tendem a ser muito menores que as fêmeas; nessa espécie, eles têm apenas um décimo do peso delas, e os pesquisadores não tinham certeza de quanto benefício nutricional as fêmeas poderiam ganhar com tais parceiros insignificantes.

Para ver se comer seus companheiros dava as aranhas fêmeas uma vantagem nutricional, os pesquisadores dividiram as fêmeas em três grupos, permitindo que elas acasalassem com um macho, dois ou três.

Metade de cada grupo de fêmeas também foi autorizada a comer os seus companheiros, enquanto nos outros casos, os pesquisadores “salvaram” os machos.

Em seguida, eles analisaram os ovos de cada fêmea e a prole resultante. Eles contaram e pesaram os ovos, e monitoraram quantos filhotes sobreviveram em cenários simulados de clima frio e fome.

Os pesquisadores achavam que o bônus nutricional do canibalismo do companheiro teria um impacto sobre as fêmeas. Isso não aconteceu. O que aconteceu, no entanto, foi que o canibalismo levou a uma prole mais saudável, que sobreviveu mais e teve ovos maiores.

“Nossas descobertas sugerem um investimento paternal dos machos em seus descendentes”, disse Welke. “O canibalismo sexual pode aumentar o sucesso reprodutivo masculino e pode ser muito benéfico em uma espécie com um seguro de paternidade alta e uma baixa taxa de poliandria, como naArgiope bruennichi“.
 
 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Cientistas descobrem calendário maia mais antigo documentado

Pintura do século IX documenta ciclos lunares e talvez planetários, dizem arqueólogos americanos

Cientista trabalha na parede do habitáculo encontrado em Xultún, na Guatemala - Efe
Efe
Cientista trabalha na parede do habitáculo encontrado em Xultún, na Guatemala
Uma equipe de pesquisadores dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira, 10, a descoberta do calendário astronômico maia mais antigo documentado até o momento, que data do século IX, pintado nas paredes de um habitáculo encontrado na cidade de Xultún (Guatemala).

O calendário documenta ciclos lunares e o que poderiam ser planetários, explicaram em entrevista coletiva os arqueólogos William Saturno, da Universidade de Boston, e David Stuart, da Universidade do Texas-Austin.

A descoberta, publicada nesta semana pela revista "Science", desmonta a teoria dos que preveem o fim do mundo em 2012 baseando-se nos 13 ciclos do calendário Maia, conhecidos como "baktun", já que o sistema possui, na verdade, 17 "baktun".

"Isto significa que há mais períodos que os 13 (conhecidos até agora)", ressaltou Stuart, para quem o conceito foi "manipulado". Ele disse que o calendário Maia continuará com seus ciclos por mais milhões de anos.

Os hieróglifos pintados no que poderia ser um templo da megacidade de Xultún, na região guatemalteca de Petén, é vários séculos mais antigo que os Códices Maias escritos em livros de papel de crosta de árvore do período Pós-clássico tardio.

Os especialistas destacam que há glifos e símbolos que, segundo Stuart, só aparecem em um lugar: o Códice de Dresden, que os maias escreveram muitos séculos mais tarde" e que se acredita ser do ano 1.250.

"Nunca tínhamos visto nada igual", assinalou Stuart, professor de Arte e Escritura Mesoamericana, encarregado de decifrar os glifos. Ele destacou que se trata das primeiras pinturas maias encontradas nas paredes de um habitáculo.

O quarto, segundo os especialistas, faz parte de um complexo residencial maior. Os pesquisadores lamentam que parte do quarto tenha sido danificada por saqueadores, mas foi possível conservar várias figuras humanas pintadas e hieróglifos negros e vermelhos.

Em uma delas aparece a figura do rei com penas azuis e glifos perto de seu rosto que, segundo decifraram, significam "Irmão Menor".

A parede contém uma série de cálculos que correspondem ao ciclo lunar, enquanto os hieróglifos da parede norte acreditam que poderiam se relacionar com os ciclos de Marte, Mercúrio e, possivelmente, Vênus.

Os autores indicam que o objetivo de elaborar esses calendários, segundo os estudos realizados a partir dos códices maias encontrados previamente, era o de buscar a harmonia entre as mudanças celestes e os rituais sagrados, e acreditam que essas pinturas poderiam ter tido o mesmo fim.

"Pela primeira vez vemos o que podem ser registros autênticos de um escrivão, cujo trabalho consistia em ser o encarregado oficial de documentar uma comunidade maia", assinalou Saturno. Em sua opinião, parece que as paredes teriam sido utilizadas como se fossem um quadro-negro para resolver problemas matemáticos.

De acordo com os cientistas, poderia se tratar de um lugar onde se reuniam astrônomos, sacerdotes encarregados do calendário e algum tipo de autoridade, pela riqueza na decoração das pinturas nas paredes, que também utilizaram para fazer suas anotações.

A pesquisa continua aberta para determinar que tipo de quarto se trata, se era uma casa ou um habitáculo de trabalho e se era utilizado por uma ou várias pessoas.

"Ainda nos resta explorar 99,9% de Xultún", lembrou Saturno, que afirmou que a grande cidade maia descoberta em 1915 proporcionará novas descobertas nas décadas vindouras.