segunda-feira, 30 de abril de 2012

Bíblia Sagrada já foi traduzida para 2.539 idiomas

Bíblia Sagrada já foi traduzida para 2.539 idiomas
O Relatório Mundial de Tradução de Escrituras revelou que até dezembro de 2011 a Bíblia foi traduzida para 2.539 línguas diferentes, podendo alcançar inúmeras pessoas com a Palavra de Deus.
Esse documento foi elaborado pelas Sociedades Bíblicas Unidas (SBU) a partir de informações dadas pelo Museu da Bíblia da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) e pelo setor de Bíblias das SBU na Biblioteca da Universidade de Cambridge, na Inglaterra.
Essas instituições trabalham para que a mensagem bíblica alcance o maior número de pessoas no mundo e por isso elas fazem parcerias com tradutores e instituições missionárias para expandir a mensagem de Cristo.
Só nos últimos dois anos 30 edições inéditas foram lançadas, entre elas sete edições do novo testamento e dez da Bíblia completa. No total geral foram 1.241 Novos Testamentos, 823 porções bíblicas e 478 Bíblias completas.
Esse relatório foi elaborado por Erní Seibert, secretário de Comunicação da Ação Social da SBB e comenta que as Sociedades Bíblias não poupam esforços para fazer com que o Livro Sagrado alcance muitos povos. “Esses esforços em traduzir a Palavra de Deus para todos os povos devem ser motivos de agradecimento a Deus. No entanto, é preciso ter em mente que existem mais de 6,9 mil línguas no mundo e, portanto, há ainda inúmeras pessoas que não têm acesso à mensagem e aos valores bíblicos na língua que lhes fala ao coração”, disse.
O continente africano lidera o número de traduções tendo 743 línguas locais que já contam com exemplares da Bíblia. Em seguida vem o continente asiático com 618 idiomas. Nas Américas já foram feitas 515 traduções para diversas línguas e dialetos. Em quarto lugar está a Oceania, com 449 traduções e a Europa vem em seguida com 210.
Nesse documento não estão apenas os livros traduzidos e publicados pelas Sociedades Bíblicas Unidas, mas também por diversas organizações. Esse relatório tem como objetivo apresentar um panorama do trabalho que tem sido realizado para a difusão da mensagem de Deus.
Com informações Lagoinha

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Como Roma executava os cristãos na arena do coliseu

É muito comum hoje em dia ouvir os cristãos se lamentando constantemente por suas lutas e suas dificuldades. Até mesmo nos púlpitos ouvimos quase sempre a palavra "provação".
Se estou por uns dias desempregado, é provação ...
Estou enfermo, é provação...
O irmão ou a irmã está me perseguindo, é provação...




Provação
significado: ação ou meio de pôr à prova 

Quer saber realmente o que é uma provação?
Então veja este vídeo, para ter uma pequena noção das provas que os primeiros cristãos eram submetidos por amor ao evangelho de Jesus Cristo.

Depois pergunte a si mesmo:  "e se fosse eu "?






         Embora centenas de mártires tenham partido da arena do Coliseu para o céu, poucos deles foram mortos pelas feras. Este fato é um raio de luz em meio a todos os horrores de crueldade e carnificina.

         Deus. que sabe mudar a natureza feroz desses animais que rondam por suas montanhas e desertos nativos, à caça de alimento, e transformá-los em protetores e companhias de seus eremitas, fez deles, cm vez de instrumentos da mais horrenda morte, os defensores da castidade de suas virgens, e as testemunhas da santidade de seus santos. O Criador de todas as coisas planejou que o animal irracional fosse servo do homem e. com poucas exceções, não lhe permitiu ser o executor de inocentes. 

         Uma das mais consoladoras páginas na história das perseguições aos servos de Deus é o milagre, muitas vezes repetido, de Daniel na cova dos leões. Contudo, não no silencie» e escuridão da caverna onde o jovem profeta foi jogado, mas ao sol do meio-dia, no grande anfiteatro da capital do mundo, e perante 100.000 espectadores. Os milagres foram destinados por Deus a serem os servos da verdade e os agentes da convicção. Na intervenção visível de seu poder em preservar os seus filhos da fúria das bestas no Coliseu, Deus apresentava aos pagãos de Roma uma prova incontestável da divindade do cristianismo, e uma clemência que eles não sabiam apreciar. Se os muros do Coliseu pudessem falar, relatar-nos iam algumas cenas de triunfo consoladoras, onde os mártires eram maravilhosamente preservados.

         Eusébio, que foi uma testemunha ocular de algumas dessas cenas, descreve com eloqüên­cia e sentimento como as bestas selvagens foram incapazes de causar dano aos cristãos, e voltaram-se aos pagãos com fúria destrutiva. "Às vezes", conta ele, "investiam contra os campeões de Cristo nus e indefesos, mas detendo-se como que por um poder divino, volta­vam a suas cavernas. Isso acontecia repetidamente, e despertava a admiração dos espectado­res; por exigência deles, quando a primeira fera se recusava a atacar, uma segunda e uma terceira eram enviadas contra o mártir, mas sem qualquer efeito.


         "Você teria ficado boquiaberto1", continua Eusébio, "diante da firme intrepidez daqueles santos campeões, e da fortaleza impassível demonstrada por pessoas da mais tenra idade. Podia-se ver jovens, que ainda não haviam completado vinte anos, resistirem imóveis no meio da arena, enquanto oravam a Deus com fervor, e não se retraiam de onde estavam nem mesmo quando os ursos e leopardos, respirando ira e morte, quase lhes tocavam o corpo com o focinho. Podia-se ver outros lançados à frente de um touro enfurecido, que atacava os pagãos que se aproximassem, atirando-os ao ar com os chifres, e deixando-os semimortos; mas. quando esse mesmo touro, berrando de raiva, investia contra os mártires, não podia aproximar-se deles: esgravatando a areia com as patas, arremessando os chifres de um lado para o outro, e resfolegando raiva e violência por haver sido irritado com as brasas incandescentes, o animal enfurecido era, a despeito de tudo, puxado para traz por mão invisível. E outros ainda, depois de os animais selvagens haverem sido inutilmente provocados, eram mortos à espada, e seus restos mortais, em vez de serem sepultados, eram entregues às ondas do mar" (História Eclesiástica, livro VIII).


          As situações descritas por Eusébio eram freqüentes em todo o Império. Onde quer que se ouvisse o nome cristão, a perseguição assolava. Parecia que o Deus Todo-poderoso adotara um expediente para conferir publicidade à sua Igreja iniciante, bem como um sinal - uma espécie de selo - de divindade. Em sua misericórdia e bondade, Ele fez da perseguição uma abundante colheita de almas. Baronio menciona (ano 307) que na perseguição de Deoclécio, quando a morte violenta alcançava diariamente a casa dos milhares, vinte e cinco novas paróquias foram designadas na cidade para batizar e instruir o povo que se multiplicava sob a espada. As horrendas e execráveis barbaridades a que eram submetidos os cristãos, com o objetivo de forçá-los a apostatar. bem como impedir outros de abraçar a crença proscrita, produziam um efeito totalmente contrário.


Do livro: Mártires do coliseu

Agora pare de reclamar e comece a agradecer mais pelo fardo leve e jugo suave o qual Cristo te concedeu.

O Barbeiro e Deus

Um homem foi ao barbeiro para cortar o cabelo como ele sempre fazia. Ele começou a conversar com o barbeiro sobre vários assuntos. Conversa vai, conversa vem, eles começaram a falar sobre Deus.
O barbeiro disse: – Eu não acredito que Deus exista como você diz.
- Por que você diz isto? – o cliente perguntou.
- Bem, é muito simples. Você só precisa sair na rua para ver que Deus não existe. Se Deus existisse, você acha que existiriam tantas pessoas doentes? Existiriam crianças abandonadas? Se Deus existisse, não haveria dor ou sofrimento. Eu não consigo imaginar um Deus que permite todas essas coisas.

O cliente pensou por um momento, mas ele não quis dar uma resposta, para prevenir uma discussão. O barbeiro terminou o trabalho e o cliente saiu.
Neste momento, ele viu um homem na rua com barba e cabelos longos. Parecia que já fazia um bom tempo que ele não cortava o cabelo ou fazia a barba e ele parecia bem sujo e arrepiado. Então o cliente voltou para a barbearia e disse :
- Sabe de uma coisa ? Barbeiros não existem!
- Como assim eles não existem? perguntou o barbeiro. Eu sou um.
- Não! – o cliente exclamou.
Eles não existem, pois se eles existissem não haveriam pessoas com barba e cabelos longos como aquele homem que está ali na rua.
- Ah, mas barbeiros existem, o que acontece é que as pessoas não me procuram, e isso é uma opção delas. – Exatamente! – afirmou o cliente. É justamente isso. Deus existe, o que acontece é que as pessoas não o procuram, pois é uma opção delas e é por isso que há tanta dor e sofrimento no mundo. Deus não prometeu dias sem dor; risos sem sofrimentos; Sol sem Chuva. Ele prometeu força para o Dia; conforto para as lágrimas e Luz para o Caminho…”
Busquem o bem, não o mal, para que tenham vida. Então o SENHOR, o Deus dos Exércitos, estará com vocês, conforme vocês afirmam. Odeiem o mal, amem o bem…

Pastor que morreu no Titanic evangelizou até o último momento

John Harper abriu mão do seu colete salva-vida para ajudar os demais passageiros
O naufrágio do Titanic completou 100 anos na semana passada. Entre as muitas homenagens, uma igreja escocesa está lembrando os últimos feitos de um de seus pastores.
Em 1912, a revista comercial The Shipbuilder, descreveu o Titanic como “praticamente insubmergível”. Ficou célebre também, a declaração feita em 31 de maio de 1911, quando um empregado da Companhia de Construção Naval White Star disse: “Nem mesmo Deus pode afundar esse navio”.
O pastor escocês John Harper e sua filha Nana, de seis anos de idade, estavam a bordo na noite fatídica em que morreram mais de mil e quinhentas pessoas. Quatro anos antes, a esposa de Harper falecera e ele sabia que a menina ficaria órfã aos seis anos de idade. Mesmo assim, ele a embarcou em um dos botes salva-vidas e preferiu tentar ajudar os demais.
O motivo de sua viagem era pregar em uma das maiores igrejas dos Estados Unidos na época, Moody Church em Chicago. A igreja estava esperando por sua chegada, pois não somente ele pregaria uma série de mensagens, mas daria oficialmente a resposta que aceitaria pastorear a igreja nos EUA.
Harper era conhecido como um pregador envolvente e havia sido pastor de duas igrejas na Grã-bretanha, em Glasgow e Londres. Seu estilo de pregação era adequado para um evangelista como testemunham as palavras de um pastor amigo. “Ele era um pregador do ar livre acostumado a falar para grandes públicos… Ele possuía uma grande compreensão das verdades bíblicas que lhe permitam combater com sucesso todos os ataques à fé”.
Quando o Titanic bateu no iceberg, Harper, por ser viúvo poderia ter se juntado à filha, mas optou por dar àquelas pessoas mais uma chance de conhecer a Cristo. Há registros que Harper correu de pessoa em pessoa, contando apaixonadamente aos que estavam em pânico sobre a necessidade de aceitarem a Cristo.
Quando a água começou a afundar o navio, Harper foi ouvido gritando: “Deixem as mulheres, as crianças, e os descrentes subirem primeiro nos botes salva-vidas.” Ao ouvir um homem rejeitar seu apelo para que aceitasse Jesus, Harper deu-lhe o colete salva-vida que usava e disse: “você precisa disso mais do que eu.” Até o último momento que esteve a bordo do navio, Harper pediu que as pessoas entregassem suas vidas para Jesus.
Quatro anos após a tragédia, durante uma reunião um sobrevivente do Titanic, um sobrevivente contou como foi seu contato com Harper no meio das águas geladas do Atlântico.
Ele testemunhou que ele estava se agarrando em um pedaço dos detritos quando Harper nadou até ele, fazendo duas vezes o convite bíblico: “crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo.” Ele disse que rejeitou a oferta na primeira vez.
No entanto, ao ouvir o apelo sendo repetido pelo pastor, sabendo dos quilômetros de água sob seus pés, aquele homem entregou sua vida a Cristo. Logo em seguida disse que viu Harper sucumbindo ao frio e afundando. Ele concluiu seu testemunho na reunião de sobreviventes simplesmente dizendo: “Eu sou o último convertido de John Harper”.
Sua filha, Nana, foi resgatada e mandada de volta à Escócia, onde cresceu, casou-se com um pastor, e dedicou toda a sua vida ao Senhor.
Traduzido e adaptado de Christian Examiner e BP News